Maranhão

Abandono de via pública obriga condomínio a pagar tapa-buracos em São José de Ribamar

Moradores do Condomínio Bella Cintra Club na Maiobinha em São José de Ribamar, enfrentam dificuldades no acesso ao residencial devido às más condições da avenida que liga o condomínio à via principal da região.

A estrada apresenta diversos buracos e crateras ao longo do trecho, problema que se agravou com o período chuvoso registrado na Grande Ilha nas últimas semanas. Com o acúmulo de água e o desgaste do asfalto, o tráfego de veículos passou a ser feito com maior risco, gerando reclamações constantes de moradores.

Diante da situação e da ausência de manutenção por parte do poder público municipal, a administração do condomínio decidiu tomar uma medida emergencial para garantir condições mínimas de acesso ao local.

Em comunicado encaminhado aos moradores, a gestão do residencial informou que a entrada do condomínio precisou ser temporariamente interditada para a realização do reparo de alguns buracos localizado na via de acesso.

No entanto, a administração ressaltou que a manutenção da via pública não é responsabilidade do condomínio.

“A responsabilidade pela manutenção da via pública é da Prefeitura, sendo que a responsabilidade do condomínio se limita da rampa de acesso para a parte interna”, informou a administração em nota.

Mesmo assim, visando reduzir os transtornos enfrentados pelos moradores e garantir maior segurança na circulação de veículos, a síndica decidiu contratar uma equipe para realizar o serviço de tapa-buracos na área afetada.

A iniciativa foi tomada de forma emergencial, diante da preocupação com a segurança e o bem-estar dos moradores que utilizam diariamente o acesso ao residencial.

A via é de responsabilidade da Prefeitura de São José de Ribamar, administrada pelo prefeito Dr. Julinho. Moradores afirmam que, até o momento, não houve intervenção do município para resolver o problema da Avenida Maraguape e Santa Maria .

O caso reacende o debate sobre a manutenção da infraestrutura urbana em áreas residenciais da cidade. Para moradores, a necessidade de o próprio condomínio custear o reparo de uma via pública evidencia a falta de assistência do poder público em demandas consideradas básicas.

 

 

Enquanto o serviço emergencial é realizado, a administração do condomínio pede a compreensão dos moradores devido à interdição temporária do acesso e reforça que as medidas estão sendo adotadas para minimizar os transtornos e garantir melhores condições de mobilidade.

A expectativa da comunidade é que o poder público municipal apresente uma solução definitiva para o problema, evitando que situações semelhantes continuem ocorrendo.

Priscila Petrus

Jornalista, Pós Graduada em Políticas Públicas, Tráfego Pago.

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