
A Justiça e o Ministério Público avançaram na apuração de denúncias envolvendo o concurso público da Prefeitura de São José de Ribamar após representação apresentada pelo deputado estadual Wellington do Curso. O parlamentar encaminhou aos órgãos competentes documentos e relatos de candidatos apontando possíveis irregularidades no certame. E hoje, 25/09, A Vara de Direitos Difusis e Coletivos atendeu pedido do MPE e suspendeu temporariamente o concurso de Ribamar para que as investigações possam ser concluídas.
O concurso, que reuniu mais de 60 mil candidatos, passou a ser questionado após o surgimento de denúncias sobre possíveis inconsistências na realização das provas e no cumprimento das regras previstas no edital.
Além dos fatos inicialmente apresentados na representação, Wellington afirma que continua recebendo novos relatos de candidatos, que estão sendo reunidos e encaminhados para conhecimento e apuração das autoridades competentes.
O deputado destacou que a investigação deve garantir, principalmente, os direitos de quem estudou e participou do concurso de forma regular.
“As denúncias são graves e precisam ser investigadas com rigor e transparência. Existem milhares de candidatos que estudaram, fizeram a prova honestamente e não podem ser prejudicados por possíveis irregularidades. Nossa luta é para que os fatos sejam esclarecidos e os direitos dos concurseiros sejam respeitados”, afirmou Wellington.
A partir das medidas adotadas pelo Ministério Público e das decisões da Justiça, os fatos deverão ser analisados com base nos documentos, informações da banca organizadora, manifestações da Prefeitura e demais elementos reunidos durante a apuração.
Wellington reforçou que continuará acompanhando o caso e encaminhando às autoridades as novas denúncias recebidas.
“Concurso público representa o sonho de milhares de famílias. Ninguém pode brincar com o esforço de quem passa meses ou anos estudando. Se houve irregularidade, ela precisa ser identificada, investigada e as medidas previstas em lei precisam ser tomadas”, concluiu o professor e deputado estadual Wellington do Curso.




