
A conclusão do laudo pericial da Polícia Rodoviária Federal (PRF) encerra uma das principais controvérsias envolvendo o grave acidente registrado na BR-316, em Caxias, e desmente a narrativa disseminada por setores da oposição que, antes mesmo da conclusão das investigações, buscaram atribuir responsabilidade ao ex-prefeito Fábio Gentil em uma tentativa de transformar uma tragédia familiar em instrumento de disputa política.
O documento técnico da PRF é categórico ao afirmar que o fator determinante para o sinistro foi a entrada abrupta do veículo GM Classic na pista de rolamento, ao realizar uma conversão para cruzar a rodovia sem observar as condições de tráfego, interceptando a trajetória da caminhonete Toyota Hilux, que seguia regularmente no sentido Caxias-Timon. A dinâmica foi reconstruída a partir de vestígios, marcas no pavimento, posição final dos veículos e demais elementos periciais (conforme arquivo emitido pela PRF).

Outro ponto que desmonta as acusações difundidas nas redes sociais é que, embora a Hilux pertença ao ex-prefeito Fábio Gentil, ele sequer estava no veículo no momento da colisão. O laudo identifica como condutor Silvino Costa Neto, tendo como passageiro Airion Silva Machado, ambos utilizando cinto de segurança. O exame do etilômetro realizado no motorista apresentou resultado de 0,00 mg/l, descartando qualquer ingestão de bebida alcoólica.
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A perícia também esclarece que a gravidade do acidente foi ampliada porque um dos passageiros do GM Classic não utilizava cinto de segurança, sendo ejetado do veículo após o impacto e morrendo ainda no local. A própria conclusão técnica da PRF registra que a ausência do equipamento de segurança agravou as consequências do acidente.
Mesmo diante da ausência de qualquer conclusão oficial, adversários políticos passaram a associar o acidente diretamente ao nome de Fábio Gentil, explorando emocionalmente uma tragédia que vitimou uma família. Agora, com a divulgação do laudo oficial da Polícia Rodoviária Federal, a versão sustentada por essas manifestações perde respaldo diante das evidências técnicas produzidas pela autoridade responsável pela investigação.
A estratégia politiqueira irresponsável reforça a necessidade de que acidentes dessa gravidade sejam tratados com responsabilidade, respeito às vítimas e confiança nas instituições encarregadas da apuração dos fatos. Em vez de julgamentos precipitados e da exploração política da dor alheia, a divulgação do laudo demonstra a importância de aguardar a conclusão das investigações antes da atribuição de responsabilidades. A perícia oficial, baseada em critérios técnicos e científicos, afastou a narrativa construída prematuramente e estabeleceu a dinâmica do acidente com base nas evidências coletadas no local.



